As 5 coisas que aprendi com Gandhi que melhoraram a minha vida - Blog Viver Feliz

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As 5 coisas que aprendi com Gandhi que melhoraram a minha vida

Pessoas extraordinárias não são deuses ou santos. Elas são pessoas comuns que se destacam no meio em que vivem. O desafio é ser alguém extraordinário.

Pessoas extraordinárias reúnem qualidades que contribuem, não apenas em seu próprio benefício, mas também para o crescimento dos demais.

 

mahatma gandhi

Admiro pessoas extraordinárias.

Como é bom encontrar pessoas assim.

Do contato com pessoas extraordinárias você sempre leva algo bom.  Seja um sorriso, apoio, uma palavra amiga, o exemplo, alívio das dores ou até mesmo uma orientação para seguir em frente.

Essas pessoas plantam em nós a certeza de que somos capazes e de que podemos ir além.

Nunca, mas nunca, desse contato, você sairá menor, pois elas são eficientes em apontar as qualidades e potencialidades que temos.

Pessoas extraordinárias são inspiradoras, motivadoras e lideram pelo exemplo.

Por onde elas passam vão deixando sinais de que existe um caminho possível para alcançar a paz interior e a felicidade.

Porque a verdade é que

Tudo está certo em sua vida se você está em paz consigo mesmo, mesmo que externamente pareça estar tudo errado.

E tudo está errado na sua vida, mesmo que externamente pareça estar tudo certo, se você não está em paz consigo mesmo.

A reflexão acima é atribuída a Mahatma Gandhi, homem iluminado, que liderando pelo exemplo, influenciou uma multidão e, ainda hoje, o mundo desfruta da força do seu pensamento.

Estudando sobre a história de Gandhi aprendi a admirar sua personalidade desapegada e pacífica. Sua humildade o tornou sábio. Suas convicções impactaram o mundo, inspiraram novos comportamentos e contribuíram para melhorar as relações humanas.

Tive a oportunidade de assistir a peça de teatro chamada Gandhi e a ética inspiradora, escrita por Miguel Filiage, a qual indico a você querido leitor, em que o ator João Signorelli, interpreta a emocionante trajetória do líder indiano.

Gandhi e a ética inspiradora

O pouco que eu sabia sobre ele vinha das frases inspiradoras que circulavam pela internet. Contudo, a peça instigou minha curiosidade em conhecer um pouco mais sobre a vida desta pessoa incomum que foi Mahatma Gandhi.

Conhecendo a história me deixei influenciar pelo pensamento de Gandhi e pretendo destacar nesse artigo algumas de suas ideias brilhantes que me emocionaram.

Gandhi acreditava que o exemplo é meio eficaz para educar, influenciar, mostrar o caminho do amor e da paz, provocando grandes transformações sociais e, principalmente, pessoais.

Ele afirmava que a mudança que desejamos ver no mundo começa pela transformação de nós mesmos, pois, nos tornando pessoas melhores, conscientes de nossas responsabilidades e atitudes, somos capazes de construir um universo onde todos vivam em harmonia.

Através da autodisciplina e humildade ele tornou-se um líder servidor compreendendo que o verdadeiro exercício do direito consiste em procurar o lado melhor da natureza humana, independentemente da cor, raça ou credo.

Ele entendia que o sofrimento das pessoas (doentes em geral, vítimas de violência, moribundos) era o sofrimento dele também. Assim, exercitava o amor incondicional, livre de preconceitos e discriminação, doando seu tempo e amor para quem dele precisasse.

Mohandas Karamchand Gandhi nasceu em Porbandar, a 2 de outubro de 1869, em uma Índia devastada pela divisão, ódio e discriminação racial e religiosa.

Em seu idioma Mahatma Gandhi, como ficou conhecido, significa Grande Alma.

Ele esforçava-se por enfraquecer seus sentimentos egoístas, tentava não sentir raiva e buscava receber os desafios com humildade e mansidão. Acreditava no poder do amor como força capaz de unir as pessoas como uma grande família.

Somente uma grande alma é capaz de conduzir-se por princípios tão elevados.

Foi vitorioso vivendo de acordo com os princípios éticos que defendeu e influenciou o mundo com sua mensagem de não-violência e liderança pelo exemplo.

Por desafiar o poder dominante e arbitrário que subjugava o povo, Gandhi foi preso inúmeras vezes, entretanto, mantinha-se firme e corajoso, movido por um ideal de amor, dignidade, não-violência, harmonia e transformação de cada homem e cada mulher da Índia em seres livres.

Essa concepção ultrapassou limites geográficos e, até hoje, inspira comportamentos no mundo.

Este é um legado deixado por pessoas extraordinárias que, como Gandhi, contribuem de corpo e alma na formação de uma sociedade mais justa e fraterna, onde cada um possa ter a liberdade de realizar seus sonhos e ser feliz.

Se você, assim como eu, se interessou em saber um pouco mais sobre o pensamento desse líder servidor que influenciou multidões, continue lendo este artigo e se deixe envolver pelo exemplo deixado por ele, pessoa extraordinária e de uma Grande Alma.

O legado de Gandhi é abundante.

Convido você a continuar comigo neste texto e conhecer 5 ensinamentos de Gandhi que me motivaram a continuar buscando a melhor versão de mim mesma.

Talvez você possa adotá-los em sua própria vida e assim inspirar-se para a solução dos seus desafios.

Os ensinamentos de Ghandi que quero compartilhar são:

  1. Jejum das inferioridades

  2. Padrão de conduta único

  3. Postura ética e a verdade

  4. Regra de ouro – Tratar os outros como gostaríamos de ser tratados

  5. Caminho da não violência em meio ao caos

 

Vamos juntos então?

 

joao signorelli

 

AS 5 COISAS QUE APRENDI COM GANDHI

 

  1. JEJUM DAS INFERIORIDADES 

O jejum que eu conhecia era aquele de deixar de comer alguma coisa, geralmente, algo de que gostasse muito, como sacrifício para alcançar uma graça, um benefício pessoal.

O jejum que aprendi com Gandhi é muito diferente.

A proposta de Gandhi é fazer jejum deixando de alimentar a nossa mente com pensamentos negativos, pensamentos desequilibrados, julgadores e críticos. Também incentivou o jejum de manter-se alerta sobre preconceitos, intolerância e agressividade sobre os outros.

Gandhi dizia que não seria fácil jejuar assim, mas que era necessário.

Compreendi que esse é um jejum válido e poderoso, pois desenvolve o despertar de uma nova consciência!

Lembrei até da frase de Jesus que disse: Não é aquilo que entra pela boca que mancha o homem, mas aquilo que sai dele. Porque aquilo que sai da boca provém do coração, e é isso o que mancha o homem. Porque é do coração que provém maus pensamentos.

Então, o mais importante não são os alimentos que deixamos de comer ao jejuar. O que transforma a nossa vida é o jejum em que nos abstemos de nossas inferioridades.

Um bom exercício é vigiarmos nossos sentimentos, pensamentos e atitudes, pois é do nosso coração que sai aquilo que externamos.

Que exercício fantástico!

Jejuar é abster-se de algo. Jejuar é atitude de quem quer mudar alguma coisa.

E quão grandioso é o esforço em sermos pessoas melhores capazes de vigiar nosso comportamento para nos livrarmos de sentimentos negativos e atitudes inferiores?

Como propunha Gandhi:

O jejum da forma a qual eu me refiro nos remete a nós mesmos. É um ato de amor a nós e àqueles a quem amamos. O jejum purifica a mente e o coração. O jejum clarifica o propósito de vida.

Uma excelente forma de jejuar talvez seja deixar de criticar, de julgar, de agredir, de desprezar, de proferir palavras rudes…

Outra maneira de jejuar é contribuir pelo exemplo sendo mais compreensivo, amável, pacífico, ajudar mais, ouvir mais, respeitar, tolerar.

De qualquer forma, jejuar, nos moldes ensinado por Gandhi, é um compromisso pessoal em sermos melhores do que já fomos.

Você concorda comigo que praticando esse tipo de jejum suas relações afetivas serão harmoniosas e amorosas?

Essa é a fórmula para nos tornarmos pessoas extraordinárias.

Pelo quê você jejuaria hoje?

 

 

  1. PADRÃO DE CONDUTA ÚNICO 

gandhi

Outro alerta de Gandhi é o esforço em manter um padrão de conduta único, que significa alinhar totalmente as intenções com as ações.

É quando aquilo que você pensa, diz e faz estão em harmonia.

Que ensinamento esplêndido!

Quantas pessoas você conhece que diz uma coisa que não se verifica em suas atitudes. Esse tipo de comportamento é muito comum. Isso é corrupção. Corrupção dos valores que refletem nas próprias condutas.

Viver no público uma coisa diferente do pessoal é exemplo de duplo valor de conduta.

Uma pessoa não deve fazer o certo num lado da vida, enquanto está ocupado em fazer o errado do outro lado.

Ou dizer aos outros que façam de certa maneira, quando ele próprio não dá conta de fazer.

Quantos exemplos assim podemos citar? Desde governantes que usam o discurso para camuflar seus reais interesses até as mentiras que contamos diariamente para obtermos algum lucro ou benefício.

Exigir do outro o que nós mesmos não fazemos é, para dizer o mínimo, uma atitude incoerente.

Cabe aqui uma reflexão em nosso comportamento pessoal. É positivo observar o padrão de conduta único difundido por Gandhi em nós mesmos.

Se é que desejamos dar o exemplo…

Manter um padrão de conduta único é agirmos no público de maneira coerente com nossas intenções particulares.

É quando você é coerente com a verdade.

É dizer somente aquilo que se é capaz de fazer.

Encontrei uma história muito interessante sobre essa questão, contada em 1998, por Arun Gandhi, neto de Mahatma Gandhi, no Festival Cultural dos Jovens para a Paz Mundial realizado em Nagoya, Japão.

Contou Arun que quando estava mais ou menos com sete ou oito anos de idade, ele morava num ashram (local tranquilo e retirado no meio da natureza usado para fins espirituais) com seu avô.

Um de seus amigos era um garoto com quase a mesma idade dele e que também vivia ali com os pais. Esse menino gostava muito de doces, por isso os comia em grande quantidade. Por causa disso, começaram a aparecer furúnculos em seu corpo inteiro. Por mais que seus pais ralhassem com ele para que parasse de comer doces, ele não dava ouvidos. Sempre que havia doces por perto, ele simplesmente apanhava alguns para comer quando não havia ninguém olhando.

Preocupada, a mãe do menino levou-o até Gandhi e pediu-lhe que conversasse com ele para que não comece mais doces.

Após ter ouvido a mãe, Gandhi disse: “Por favor, volte dentro de quinze dias e eu conversarei com ele.”

Perplexa, ela fez exatamente como foi pedido e retornou quinze dias depois. Gandhi chamou o menino num canto e não levou mais do que um minuto para conversar com ele. Isso foi o bastante. Surpreendentemente, a partir daquele momento o menino parou de comer doces.

A mãe do menino ficou confusa, imaginando que tipo de milagre Gandhi havia efetuado em seu filho. Alguns dias depois, ela foi até Gandhi perguntar o que havia acontecido. Gandhi respondeu que não havia sido um milagre. “Eu pedi para que a senhora voltasse dentro de quinze dias” disse ele, “porque eu precisava parar de comer doces para poder pedir ao seu filho que parasse também”.

Você somente pode pedir a alguém que tenha determinado comportamento, quando você mesmo já o faz.

A vida é um todo indivisível.

É falando e fazendo.

É prometendo e cumprindo.

É quanto mais agirmos dentro de um padrão de conduta único, mais nos tornamos éticos e nos comprometemos com a nossa alma, com a verdade e a paz.

Esta é a forma mais eficiente de educar.

Educar e liderar pelo exemplo.

 

  1. POSTURA ÉTICA E A VERDADE 

joao signorelli

Essa postura tão requisitada atualmente e tão carente de ser colocada em prática é uma qualidade de quem lidera pelo exemplo.

Quando falo em conduta ética estou me referindo a uma postura pessoal de cada um e não apenas nas lideranças constituídas. Essas lideranças saem do meio de nós. São um reflexo de como somos todos nós.

Existem exceções. E cada vez mais!

Quem sabe chegue o dia em que a postura ética seja tão comum que agir contrário a ela seja a exceção.

Quem sabe eu e você possamos presenciar isso!

Postura ética é manter uma postura única como mencionei acima. É um compromisso com a verdade. É liderar pelo exemplo.

O conceito do liderar pelo exemplo não significa fazer tudo o que as pessoas querem.

O serviço deve ser conduzido dentro dos limites éticos e, portanto, deve ser verdadeiro, sem mentiras.

Quando um líder estiver comprometido com o serviço verdadeiro, nem sempre vai dizer às pessoas o que elas gostariam de ouvir e se as encontrar numa direção errada vai lhes apontar a direção correta e nem sempre será bem aceita.

Por essa razão o serviço com base na verdade, geralmente, não costuma ser bem popular.

Os princípios éticos devem estar incluídos na fixação de metas, nas escolhas das estratégias, na tomada de decisões em nossas vidas.

E para termos uma postura ética é necessário a coragem de tomar decisões que nem sempre vão agradar a maioria ou que fuja da opinião da maioria.

Uma conduta ética inspira lealdade, coragem, respeito. É disso que o mundo precisa, de lideranças inspiradoras, que nos leve a querer sermos melhores do que já fomos, a aprender, a compartilhar, a contribuir, a valorizar a verdade.

O convite aqui é para que eu e você, em nosso campo de atuação, sejamos esse líder que lidera pelo exemplo. Não importa qual a nossa atividade ou em quê estejamos envolvidos, desde que seja para o bem e observemos preceitos éticos e verdadeiros.

Portanto, esteja atento aos exemplos que você está manifestando em seu campo de influência.

Assim agem as pessoas extraordinárias!

 

  1. TRATAR OS OUTROS COMO GOSTARÍAMOS DE SER TRATADOS – Regra de Ouro

Ghandi

Sem dúvida esta é uma Regra de Ouro.

Se realmente adotássemos este princípio nossas relações seriam muito mais eficazes e permeadas de harmonia, respeito e amor.

E vai dizer que não é isso mesmo o que você deseja!

Como estão os seus relacionamentos?

Com sua família, amigos, desconhecidos…

Temos a mania de resistir à mais pura verdade sobre ser a mudança que queremos ver no mundo. Digo isso sobre o mundo seleto das nossas relações mais próximas.

A Regra de Ouro difundida por Gandhi é exatamente isso, não esperar pelo outro. Por que vivemos num dualismo entre ação e reação como forças complementares.

A compreensão que você manifesta é a mesma que recebe.

O respeito, o carinho, o amor, a tolerância que demonstra é isso mesmo que irá experimentar.

A raiva, a falta de perdoar, o falar agressivo, a violência, isso mesmo colherá.

Não há como fugir desta fórmula.

É o que acontece no reflexo do espelho…

Muitas vezes nos fechamos para o outro, prisioneiros de nossos medos, ressentimentos, frustrações, ilusões.

É necessário o despojamento de nossas crenças e certezas de como deveria ser o mundo, de como deveriam ser as pessoas, que nos afastam para, com a humildade de quem sabe que não é proprietário da verdade, abrir-se para o encontro com o outo.

Dessa postura nasce a possibilidade de convívio.

Como já disse Gandhi:

É sempre mais fácil achar que a culpa é do outro, mas isso impede o aperto de mão de um possível aliado, porque o perdão é uma característica dos fortes, não dos fracos.

Tratar os outros como gostaríamos de ser tratados. Essa é a Regra de ouro.

Essa é a característica do líder servidor, que lidera pelo exemplo, em seu campo de atuação. Seja em casa, no trabalho, no restaurante, nas viagens ou onde quer que vá.

Portanto, que cada palavra sua, cada gesto seu e até mesmo suas intenções, possam gerar atos capazes de alcançar a alma do outro.

Curando, unindo, educando, encorajando, motivando, aliviando, mobilizando, facilitando a vida dos demais. Pois é somente assim que sua existência será plena, equilibrada e cercada de significado.

 

  1. CAMINHO DA NÃO-VIOLÊNCIA EM MEIO AO CAOS

Gandhi

O exercício da não-violência começa em cada um de nós.

É importante que compreendamos que não é o outro quem deve iniciar o processo de não-violência e paz.

Somos nós!

Sou eu. É você.

A não-violência é praticada com gestos, palavras, silêncio, atitudes, sentimentos, pensamentos e até mesmo com o olhar.

A violência externa é a representação explicita da violência interna de cada um de nós. Quantas formas de violência convivemos no dia a dia?

Se a violência está nas ruas representada por armas, agressões, intolerância, desprezo, significa que cada pessoa está em guerra consigo mesma.

Podemos nos observar e nos impor uma rigorosa disciplina de não violência.

Porque somente respeitando e assumindo compromissos firmes e práticos, nos amando e respeitando, assim como ao outro, é que encontraremos a paz interna e externa.

Estamos nos desconectando do amor e nos alimentando cada vez mais de ódio e isso causa dor. O mundo está farto de dor e de ódio. Essa é uma escolha rude entre a luz e a sombra. Estamos escolhendo a sombra. Está faltando o amor, que é a força mais sutil do mundo. (Trecho extraído do texto da peça Gandhi e a ética inspiradora)

O amor precisa ser ampliado.

Se não conseguimos amar o outro é porque não conseguimos nos amar.

Deixar contagiar-se pelo amor é um jeito de ser e de viver.

Você pode começar a demonstrar amor de uma maneira bem simples, mas verdadeira.

Sendo gentil, prestativo, solidário, compreensivo, generoso, grato, acolhedor…

E isso no meio em que você está, com as pessoas que você conhece…

Pai, mãe, filho, filha, irmãos, parentes, amigos, vizinhos, funcionários, vendedores, professores… enfim, demonstrar carinho e amor a todos que de alguma maneira convivem com você.

Na verdade, se praticarmos a Regra de Ouro – tratar os outros como gostaríamos de ser tratados – viveremos em paz mesmo que a nossa volta haja o caos.

Aquilo que você emana se espalha e amplifica no outro e o mundo sente o efeito. Pode até ser um processo lento, mas acontece!

 

CONCLUSÃO

Então, nos resta reeducar, reaprender e nos alimentar cada vez mais do amor por nós mesmos, com ações simples e continuadas.

Cuidar mais de nós. Cuidar do nosso físico, mental, emocional e espiritual.

Somos seres espirituais e encontramos o caos quando nos desprendemos do nosso verdadeiro centro de amor e de não violência.

Não existe paz externa no mundo sem a paz interna.

Não há caminho para a paz, a paz é o caminho (Gandhi).

O despojamento é fundamental para encontrarmos uma nova verdade, porque muita gente é capaz de fazer caridade doando dinheiro, roupas, alimento, mas é incapaz de um gesto amoroso para um membro da família, para um colega de trabalho. É com a abertura do coração que é possível resolver qualquer problema. (Trecho extraído do texto da peça Gandhi e a ética inspiradora)

Avalie as situações que acontecem à sua volta.

O que pode começar em você que tornará a sua realidade algo melhor de ser experimentada? Tudo vai bem com você?

Somente o amor cura, une, nutre, pulsa, educa, encoraja, movimenta, entusiasma, faz nascer, alivia, motiva, mobiliza, possibilita a vida.

Somos nós que podemos mudar o mundo. Somos nós que podemos tentar transformar as pessoas promovendo paz interna e externa.

Mas toda essa transformação somente será possível pelo exemplo, e nunca, pela imposição do nosso jeito de ver o mundo, e tão pouco, com julgamentos e críticas.

Como fez Gandhi, seja você o primeiro a deixar de comer açúcar, só assim adquirirá o crédito de poder prescrever a mesma conduta.

Seja o líder da sua vida.

O líder servidor deve ser o exemplo, ter conduta única e o seu foco deve estar em criar harmonia e buscar o bem coletivo.

Queremos resultados diferentes agindo da mesma maneira, isso é uma loucura.

Em cada dia e em cada gesto, de modo suave você pode transformar a sua vida e sacudir o mundo.

Fique em paz!

 

Obs. No dia 30 de janeiro de 1948, ao cair da tarde, quando Gandhi se dirigia para um encontro de oração, no qual era aguardado por milhares de pessoas, um Hindu, de nome Nathuram Godse, disparou sobre ele, atingindo-o mortalmente no coração. Gandhi caiu. As suas últimas palavras foram palavras de compaixão e amor: rama, rama, rama (Perdoo-te, amo-te, abençoo-te.).

Encontrei a informação sobre a morte de Gandhi no endereço:

https://contadoresdestorias.wordpress.com/2007/05/04/gandhi/

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